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Livro - Prisioneiro da Eternidade - Antologia com Capa Nova!
Boa noite visitante do Prisioneiro.
Já está disponível a versão do e-book Prisioneiro da Eternidade - Antologia, com a capa nova e definitiva.
E-book - Prisioneiro da Eternidade: Cinco Anos Dedicados à Literatura Fantástica.
Saudações visitante do Prisioneiro!!
Tenho hoje uma novidade que acredito o deixará bastante satisfeito.
Estou lançando o e-book "Prisioneiro da Eternidade - Cinco Anos Dedicados à Literatura Fantástica", onde reuni todos os contos publicados durante o mês de aniversário do blog.
Comemorações do Aniversário do Prisioneiro.
Saudações visitante.
O mês de agosto chegou ao fim e, com ele, finalizaram-se as comemorações do aniversário de cinco anos do Prisioneiro da Eternidade.
Conto - Morte de um Escritor.
Quase seis meses de trabalho se findavam naquela madrugada, quando o tão esperando “FIM” era digitado naquela obra de quase duzentas páginas.
Noites e noites defronte ao computador dando forma a todo o enredo daquela história que, segundo Eduardo, era a grande obra da sua vida.
Conto - O Vampiro da Escadaria.
SÃO PAULO, quando (ainda) era da garôa…
Eu era menina, ainda trabalhava nos lugares de jogador lá do centro. Limpava as latrinas, servia bebida pros perdidos e pros desandados da vida. Depois tinha que voltar rápido na noite pro casebre onde morava com meus irmãos, o papai e a mamãe. Dava medo andar no vale do centro de madrugada, por que lá era lugar de coisa ruim e de sortilégio. Saía do botequim, andava no meio dos prédios escuros, descia a ladeira e tinha que subir uma escadaria de mármore para sair do outro lado do vale. Valia-me da minha fé e dos meus santos.
Conto - Urros Bestiais na Cidade Luz.
(Este conto é o trecho de um romance da autora)
Escadarias de Montmartre.
Cinco estudantes universitários, bêbados e trôpegos, cantavam despreocupados. Os amigos de intercâmbio cruzavam com algumas pessoas, soltando gracejos e chamando a atenção de todos, falando alto, rindo a toa, enquanto desciam as ladeiras ancestrais da velha Paris.
Conto - Diabólica.
Pádua, 16 de setembro de 1938.
Giuseppe Pasqualetto, este é meu nome. Nasci no ano de 1905 na província de Pádua, Itália. Sou um jovem historiador e estou sempre em busca de elementos históricos que expliquem a minha própria existência.
Conto - O Desejo de Ipupiara.
A menina contemplava o mar à frente, com olhos semicerrados por causa do reflexo do sol nascente sobre aquele imenso espelho natural. As águas eram calmas, apenas um leve encrespar denunciava a presença da brisa.
Conto - Corpo Seco.
-Preciso desligar agora, garanhão. - Miriam sussurrou, fechando o decote por onde se tocava.
-Por quê? - a voz grossa e ofegante do outro lado perguntou.
Conto - Doce Luar.
"Era suave como uivar para a lua, rosnando para a vida. Feito riso irônico que apenas lobos podem entender”
Conto - Akimi.
Foi tão rápido que Akimi não conseguiu gritar por socorro. Ela nadava nua em um lago quando o Kappa apareceu e a seqüestrou.
Conto - Non Ducor Duco.
"NÃO SOU CONDUZIDO, CONDUZO"
Estava escrito à caneta no antebraço da mendiga. Louca, quando alguém se dirigia à ela, conversava apenas com a imagem refletida da pessoa num espelhinho quebrado que levava sempre à mão.
Conto - A Porta.
Liu desceu do carro, retirando suas coisas e apertou a mão do chefe.
- Assim que terminar aí, me manda um torpedo e eu venho. Qualquer problema, me liga! Ah, a chave!
Conto - Prisioneira.
Viver trancafiada não é nada fácil. Eu represento um enorme perigo para a sociedade e tudo o que sabem fazer é prender-me aqui.
Conto - Última Parada: Museu do Esqueleto.
- Saia da frente, Ingedore! - gritou Shelly, dando um encontrão violento em mim. Tudo para chegar ao ao corredor conhecido como "Park Jurassic III" - que mala.
Conto - Os Sentimentos de Uma Vampira.
Do alto de um edifício na Avenida Paulista. Ela observava o esplendido brilho lunar da senhora prateada sobre o céu noturno perdida em pensamentos.
Conto - Espelho, Espelho Meu...
- Tente melhorar a maquiagem. – dizia o diretor de cena.
- Não dá! Se pusermos mais base ela vai parecer uma boneca de cera, sem expressão! – o maquiador retrucava.
Conto - Rato Branco Kid.
O sol, impiedoso e sarcástico, queimava sem dó as costas de Johhny Wood, que suava como uma velha e gorda porca. “Levanta seu cretino. Só falta mais um pouco...”. Já haviam se passado horas e a única coisa viva que vira foi um lagarto do deserto que, como se tivesse zombando de sua má sorte, levantou a cauda e saiu em disparada pela areia quente.
Conto - O Porão do Diabo.
Assim que o ponteiro maior estalou no número doze do relógio, Vera abriu os olhos. Três da madrugada. Hora de o demônio despontar.
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