Conto - A Última Noite...



Devido ao horário o jovem rapaz se via obrigado a retornar caminhando do trabalho para casa. Não que isso o desagradasse, ao contrário, ele gostava de caminhar de madrugada por aquela cidade do interior. Temperatura agradável, ausência de automóveis, silêncio, segurança... Algo que certamente ele não encontraria em cidades grandes, e que lhe eram bastante agradáveis. Nem mesmo os ônibus circulavam naquele horário...


Indicação - Dracúlea - O Livro Secreto dos Vampiros.



Mini-Conto - Terrível Criatura.



Com garras afiadas, dotada de dentes protuberantes, com pele viscosa e rugosa, saciando sua sede de sangue possuindo um olhar maligno, uma mente diabólica, impiedosa, sanguinária, desumana...


Erros do Blosgpot???


Boa Tarde à todos.

Estive verificando os arquivos do meu blog e notei que os textos aqui publicados, particularmente os mais antigos, infelizmente não acompanham os parágrafos dos textos originais.

Terrorzine Nº 13 - Aniversário de 1 Ano!!!



Boa noite caros visitantes do Prisioneiro da Eternidade.
Antes de qualquer coisa gostaria de me desculpar pela ausência de contos nos últimos tempos aqui no blog. Não se trata de desleixo ou preguiça, muito pelo contrário, o que ocorre é que estou trabalhando no meu romance e isso absorve bastante do meu tempo e minha inspiração quase que totalmente.

Terrorzine nº 12.



Boa noite leitores, e leitoras, do blog.

Interrompo a publicação de contos por um breve momento, mas por uma causa inigualável.

Conto - A Verdadeira Herança.



Imóvel na confortável poltrona que ganhara em uma data comemorativa, seus olhos estavam pregados nas imagens vertiginosas que a televisão exibia. Mas sua mente estava longe dali.


Não ouvia sequer os comentários que sua mãe fazia sobre um assunto ou outro a respeito dos programas que acompanhavam, eles em nada lhe importavam na verdade.


Mini-Conto - Não Abra.



Já não era a primeira vez.

Por diversas vezes acordara de madrugada com a nítida impressão de que batiam à sua porta. O silêncio era absoluto. O cão de guarda nunca se manifestara dando o alarme sobre a presença de algum invasor. Aguçava os ouvidos aguardando que o som se repetisse, mas ao constatar que nada acontecia acabava adormecendo novamente.