quinta-feira, 1 de março de 2012

E-book Waverly Hills Disponível Para Download Gratuito



Boa noite visitante do Prisioneiro.


Para finalizar, por enquanto, meu projeto de levar minhas obras até os leitores estou disponibilizando meu mais recente livro, "Waverly Hills - Onde Reside o Mal" para download gratuito.
Segue abaixo o link para aquisição da obra



Boa leitura e obrigado pela visita.

O horror sempre está a espreita.


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Prisioneiro da Eternidade I e II Disponíveis Para Download.





Boa noite prezado visitante.


Hoje estou disponibilizando mais duas de minhas obras para que o leitor possa realizar o download gratuitamente.
Chega de aguardar a boa vontade de editoras, chegou a hora de levar meu trabalho a todos os leitores interessados em um bom conto de horror.
Abaixo estão os links para aquisição das obras.






Tenha uma boa noite e obrigado pela visita.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Novos E-books Disponíveis Para Download Gratuito.





Saudações visitante do Prisioneiro.


Prosseguindo com o projeto "Livros Grátis" com o intuito de levar meus trabalhos até os leitores estou disponibilizando para download gratuito mais duas obras minhas.
O importante é ser lido, não é mesmo?
Espero que apreciem os trabalhos.





Obrigado pela visita!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Entrevista - Alternativos & Independentes.



Boa tarde visitante do Prisioneiro.


Confira a entrevista que concedi ao blog Alternativos & Independentes.
Nela você conhecerá um pouco mais acerca do autor das obras aqui do blog.

http://alternativosindependentes.blogspot.com/2012/02/entrevista-oscar-mendes-filho.html

Obrigado pela visita.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Conto - O Tesouro.



Lucas e Rodrigo, amigos desde a infância, sempre foram amantes de aventuras.
Sempre que possível organizavam expedições no meio da mata e nela passavam os finais de semana, se deliciando com as maravilhas da natureza.
Certa vez eles seguiram pelo meio de uma mata ainda pouco explorada que ficava há alguns quilômetros da cidade, seria apenas mais um passeio.
Como de costume, deixaram o carro em um local seguro e seguiram a aventura a pé.
A noite chegou e com ela uma forte chuva que pôs abaixo a barraca que costumavam usar.
-Temos que encontrar um lugar para passar a noite, essa chuva está forte demais! – gritou Rodrigo.
-Vamos seguir por ali, no pé daquele morro deve ter alguma gruta para nos abrigar! – também gritou Lucas, já saindo em disparada.
Ambos correram, munidos apenas de suas lanternas, pelo meio da floresta, e como por milagre, encontraram uma caverna.
-Já tinha ouvido falar desse lugar?
-Não, nunca. Vamos ver o que tem mais pra dentro. – respondeu Lucas.
-Melhor não, pode ser perigoso.
-Deixe de ser medroso, cara, o que pode ter aqui? Um urso? Vem logo, estou com um facão aqui, se precisarmos.
Rodrigo olhou para a arma na cintura do amigo e se sentiu mais tranquilo, e então seguiram para o interior do local.
A luz de suas lanternas lhes presenteava com as belezas da caverna. Formações rochosas belíssimas e aparentemente intocadas. Essa era a maior aventura de suas vidas!
Porém nada lhes encheu mais os olhos do que aquilo que encontraram bem ao final dela. Pelo chão estavam espalhadas moedas de ouro e jóias dos mais variados tipos.
-Nossa, o que é isso heim! – balbuciou Rodrigo maravilhado.
-Pois é, e você não queria entrar...
-Cara, estamos ricos, Lucas, ricos!
-Estamos? Não Rodrigo, eu estou rico... – e antes que o amigo pudesse se defender Lucas decepou-lhe a cabeça com o facão.
O assassino correu de volta ao acampamento, mesmo debaixo da pesada chuva, e logo retornou à caverna com sua mochila e a do amigo que matara.
Abarrotou-as com as preciosidades que encontrara, mas antes de sair ainda se despediu do amigo.
-Você é um vacilão mesmo Rodrigo...
Tudo o que lhe importava agora era a riqueza que encontrara, a morte do amigo não lhe causava o menor remorso.
Chegando à saída da caverna viu que a chuva havia cessado, mas um sussurro desconcertante lhe veio aos ouvidos.
-Esperamos que aprecie o tesouro que adquiriu...
Lucas olhou ao redor e não viu ninguém, ficou assustado, mas o peso da bagagem que carregava fez com que não desse importância àquilo.
Apanhou o restante das suas coisas no acampamento e correu de volta ao seu carro, logo, estando na estrada de volta para casa.
Já imaginando a maneira como aproveitaria toda aquela riqueza ele chegou em casa e encontrou a mãe que preparava o café da manhã.
-Nossa, meu filho, o que aconteceu? Vocês não iam voltar só amanhã?
Lucas abraçou a mãe, incapaz de conter suas lágrimas.
-O que aconteceu menino?
-A senhora não vai acreditar. Estamos ricos! Milionários!
O rapaz abriu uma das mochilas e a colocou nos braços da mãe, que gritou horrorizada ao ver o que ela trazia.
Lucas logo entenderia a desgraça que cometera, dentro da mochila não havia riqueza alguma, apenas a cabeça de Rodrigo, seu amigo.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Conto - Antigos Moradores.



Foi uma pechincha.
A imobiliária, sua proprietária,  a tinha reformado recentemente, dando-lhe pintura nova e tornando-a atrativa a qualquer comprador.
O corretor não lhe dissera muito sobre os antigos moradores, informara apenas que eles haviam tido alguns problemas judiciais e se viram obrigados a mudar de cidade.
Localizada em agradável bairro, a bela casa fora vendida por um preço bem abaixo do valor de mercado e Antonio acreditava ter tirado a sorte grande.
Vindo da cidade grande, o rapaz de meia idade não deu muita atenção aos desconfiados olhares da vizinhança, e nela se instalou planejando já abrir um negócio próprio na cidade.
Decidira dar adeus à vida de empregado e, naquela tranqüila cidade, planejava passar o resto da sua vida.
Passaram-se os dias e tudo corria de forma tranqüila. Antonio tentava transpor a aparente antipatia com a qual os moradores dos arredores tinham com ele, mas a tarefa não parecia ser nada fácil.
Talvez eles não estivessem acostumados com a presença de novos moradores. Gente do interior costuma ter essa desconfiança, mas ele acreditava que assim que abrisse sua sorveteria as coisas mudariam. O clima do lugar prometia fazer do seu empreendimento um sucesso.
Certa noite Antônio dormia tranquilo quando despertou com estranhos ruídos vindos da sala.
Aguçou os ouvidos na tentativa de verificar do que se tratava. Não acreditava que pudessem ser ladrões, pois a cidade era bastante pacata e resolveu esperar mais um pouco.
Ele se levantou assustado quando se deu conta de que risadas infantis vinham da sala.
Crianças? O que crianças estariam fazendo em sua casa num horário daquele?
Antonio, sorrateiramente, saiu do quarto e caminhou até a sala. Iluminadas pelo luar, algumas crianças estavam sentadas no meio do cômodo brincando alegremente.
-Mas o que é isso? – resmungou ele sem entender nada.
Ele acendeu a luz, mas os pequenos não lhe deram a menor atenção, prosseguindo com sua brincadeira.
-Ei! O que vocês estão fazendo aqui? – gritou ele enraivecido.
Foi então que as crianças se levantaram assustadas e o olharam com pavor.
Mas o sentimento delas em nada se assemelhou com o que acometeu Antonio, ao perceber suas feições deformadas.
-O que é isso? Quem são vocês? Saiam da minha casa! – ele gritou apavorado.
-Vem brincar com a gente, tio. – o inocente olhar o encantador sorriso dos pequenos contrastava com suas faces dilaceradas.
Antônio correu do local e saiu pela porta dos fundos, indo bater na casa do vizinho.
Assustados eles o acolheram e serviram um copo de água com açúcar. Demorou alguns instantes até que ele conseguisse falar.
-Até que demorou pra isso acontecer... – resmungou o senhor para sua esposa, que o repreendeu.
-Crianças. Deus! Crianças horríveis estão na minha casa! O que elas estão fazendo lá? Quem são elas? – ele gritava transtornado.
O casal apenas o olhava, compadecido, e logo o senhor fez um telefonema.
Não demorou muito e uma ambulância veio buscar Antônio, levando-o embora.
-Claro que o maldito vendedor não contou pra ele que a casa, antes, era uma clandestina clínica de abortos... – resmungou, mais uma vez, o senhor.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Conto - O Prisioneiro Maldito.



Péssima noite para pegar a estrada, uma chuva torrencial caia sobre a cidade, mas Jaime tinha que ir visitar sua mãe, que na última tarde fora internada, vítima de um mal súbito.
Enquanto trafegava em velocidade moderada um estranho arrepio lhe percorreu a espinha, como se pressentisse o pior.
Parecia que ele era o único a trafegar pela rodovia, e provavelmente deveria mesmo ser, as condições do tempo eram terríveis. Receoso pelo pior, ele resolveu que esperaria um pouco assim que avistasse um local seguro para encostar o carro, não estava se sentindo bem.
Alguns quilômetros adiante ele avistou uma luminosidade no meio da mata, saiu da rodovia e por uma barrenta estrada vicinal ele seguiu para o local. Acabou por se deparar com um mosteiro de aparência milenar e resolveu entrar para pedir abrigo.
Bateu à maciça porta de madeira, mas ninguém parecia disposto a atendê-lo. Insistiu, ele percebia que não estava em condições de seguir viagem, mas antes que alguém abrisse, ele desmaiou.
Jaime desperta com uma terrível dor de cabeça e um mal estar que jamais sentira, em um pequeno quarto escuro que dispunha apenas de uma rústica cama na qual estava deitado.
Pelo som na janela, a chuva não dava trégua, ainda.
Assim que tentou se levantar um monge, trajando a túnica habitual, entrou no quarto.
-Obrigado por me darem abrigo, mas que lugar é esse? Nunca ouvi falar de um mosteiro por aqui...
-Você deve deixar esse lugar o quanto antes. – balbuciou preocupado o homem.
-Sim, assim que eu me sentir melhor, não estou nada bem.
-Saia, o quanto antes. – finalizou o homem, antes de deixar o quarto.
Sua garganta estava seca, ele transpirava em abundância e parecia febril. Jaime decidiu sair e pedir um pouco de água e algum remédio, se deparando com um longo corredor iluminado por candelabros nas paredes. Mesmo sendo um local dedicado a Deus, o mosteiro era apavorante.
Perambulou com dificuldade pelo corredor sem encontrar mais ninguém, até se deparar com uma escadaria, descendo por ela.
Aterrorizado ele percebe que o local se parece com uma masmorra, e dá um pulo quando ouve uma súplica de dentro de uma das celas.
-Por favor, me ajude, meu amigo. Estou preso aqui há muito tempo, e esses monges me torturam diariamente. Me solte e eu te levo até a saída. Temos que sair daqui antes que eles façam o mesmo com você. Por favor... – um homem de aparência cadavérica estava agarrado às grades.
-Mas, por que eles fariam is...
-Saia já daí! Afaste-se dele! – interrompe uma voz autoritária por trás de Jaime.
O monge o agarra pelo braço e o arrasta pelos corredores sem que Jaime consiga esboçar alguma reação devido ao seu péssimo estado.
Logo ele está em um amplo salão repleto de outros monges, que o olham com severidade.
-Sabemos do seu estado, rapaz, no entanto não podemos permitir que permaneça conosco. Ficamos preocupados com seu estado, mas foi um erro deixá-lo entrar. Você terá que deixar nosso mosteiro imediatamente. – sentenciou aquele que parecia o líder.
Jaime, antes que pudesse argumentar, desmaiou novamente.
Assustado ele desperta com o impiedoso ruído dos trovões que acompanham, ainda, a torrencial chuva.
A porta do quarto está aberta e logo lhe vem à mente a súplica do prisioneiro. Ele devia fazer algo por ele.
Ganhou mais uma vez o extenso corredor e procurou algo com que pudesse arrebentar a corrente que trancava a cela do pobre homem. Com dificuldade ele acabou encontrado um pequeno depósito, onde se muniu com uma enorme chave de fendas.
Jaime voltou pelo corredor e logo reconheceu a escadaria que levava à masmorra.
-Amigo, irmão, sabia que você voltaria. Por favor, me tire daqui. Esses monges seguem o mal e se deliciam com as torturas que me impõem. Me solte, por favor.
Jaime, com dificuldade, acaba por estourar a corrente e assim que se vê livre o cadavérico homem sai correndo da cela e desaparece em meio a diabólicas gargalhadas.
-Maldito, o que fez? – grita um monge agarrando Jaime pelo braço.
-Me solte, desgraçado! – Jaime luta para se desvencilhar do monge.
-Sabe o que acaba de fazer? Você libertou Lúcifer de sua prisão, e agora sua alma está amaldiçoada! Como retribuição ele condenará sua alma ao inferno pela eternidade! – esbraveja o religioso jogando-o no chão.
Jaime solta um terrível grito.
Um fulminante enfarto o acomete, arremessando sua alma aos confins do inferno.


sábado, 21 de janeiro de 2012

E-books Disponíveis Para Download Gratuito.



Boa noite prezado visitante do Prisioneiro.


Tenho uma novidade que certamente agradará a todos os frequentadores do blog.
Atendendo aos anseios dos leitores e aderindo ao projeto "Livros Grátis" do colega Rochett Tavares estou disponibilizando para download três de minhas obras.
Creio que o mais importante para um escritor seja ser lido, não importa a forma como isso aconteça, sendo assim decidi compartilhar com os apreciadores dos meus trabalhos, inicialmente, três dos meus trabalhos: RPG Prisioneiro da Eternidade, Contos Para Nunca Esquecer e Contos Para Nunca Esquecer Vol. II.
Sim, esse é apenas o início, muitas novidades ainda estão por vir.
Abaixo os links para aquisição GRATUITA  das obras:


http://www.4shared.com/office/rE7tDmv3/RPG_Prisioneiro_da_Eternidade.html?



http://www.4shared.com/office/FEKeQAHA/Contos_Para_Nunca_Esquecer.html?




http://www.4shared.com/office/u2hcEZGN/Contos_Para_Nunca_Esquecer_Vol.html?

Boa leitura!!!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Coluna Prisioneiro do Medo - Vertentes do Horror.

Boa noite prezado visitante.


Anuncio a publicação de mais uma matéria de minha autoria no maior portal sobre o gênero horror da América Latina, o Gore Boulevard.
Nela eu abordo as diversas faces do horror utilizadas nos trabalhos dedicados ao gênero, seja na literatura, tv ou cinema.
No Gore Boulevard você também encontrará diversas outras colunas dedicadas a assuntos relacionados à temática do horror, seus personagens e estrelas.
Confira em http://gore-boulevard.webnode.com.br/news/vertentes-do-horror/

Boa leitura.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Novas Capas, Conteúdo Sempre Aterrorizante.





Boa noite visitante do Prisioneiro.


Venho anunciar que meus livros estão com capas novas.
Às vezes o barato acaba saindo caro demais, e como não gosto de ficar devendo favores a pessoas que possuem o hábito de fazer ameaças pela internet achei melhor utilizar de imagens públicas.
As capaz permanecem fiéis aos temas dos livros, não com uma arte tão rebuscada, mas como diz o ditado: "Não julgue o livro pela capa".
Peço desculpas a todos os que adquiriram meus livros com as capas anteriores, mas acredito que o prazer que a leitura lhes tem proporcionado compense uma mera arte de capa.
Confiram as novas capas pelo link http://www.clubedeautores.com.br/books/search?what=Oscar+Mendes+Filho&sort=created_at&commit=BUSCA
Um abraço e bons pesadelos.